luzAzul – Oficina de Cianótipo

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Aguarde Novas Datas
Oficina de 4 Aulas: 1 vez por semana, das 20h às 22h30m
Preencha o Formulário de Interesse

Público Alvo:
• Pessoas interessadas em conhecer um pouco da história da fotografia e ter uma experiência prática em laboratório fotográfico. A oficina promove dois momentos no lab: o primeiro, ao revelar negativos feitos com câmeras pinholes; o segundo ao preparar, expor à luz e revelar a impressão em cianótipo.

Descrição:
•  A oficina é uma introdução ao processo fotográfico desenvolvido por Herschel no século XIX. O cianótipo é uma prática em que o papel fotográfico é, de certa maneira, fabricado pelo fotógrafo. Os participantes terão a oportunidade de experimentar outros suportes além do papel como tecido, madeira, etc. A oficina iniciará com a construção de uma pinhole para a produção das imagens (negativos) que serão impressas por contato em cianótipo. Por permitir diferentes suportes e inúmeras interferências, os processos fotográficos do século XIX tem sido utilizados na atualidade como uma versátil alternativa de produção e  impressão de imagens fotográficas. Ao final do curso, o aluno levará 1 kit com químicos já diluídos e 1 frame de 18x24cm para expor seus cianótipos ao sol e continuar sua produção em casa.    

Requisitos:
• Nenhum pré-requisito é necessário.

Programa do Curso:
• Breve história da fotografia e dos materiais fotossensíveis
• Construção e uso de pinhole
• Revelação de negativos feitos com pinhole
• Fórmulas e diluição dos químicos para cianótipo
• Suportes para impressão

Atividades Dia a Dia:
1º Dia:
• História da Fotografia e dos Materiais Fotossensíveis
• Montagem de uma Pinhole
• Fórmula e Diluição dos Químicos para Cianótipo
• Câmera Carregada para Foto Externa


2º Dia:
• Fotografias Pinhole no Estúdio
• Revelação dos Negativos


3º Dia:
• Impressão em Cianótipo por Contato
• Tempos de Exposição (mesa de luz UV/sol)
• Densidade da Matriz


4º Dia:
• Experimentação livre com diferentes suportes: Tecidos, Madeira, Papéis Variados.
• E a partir de matrizes diferentes: Negativos, Impressões Jato de Tinta/Laser, Objetos.

Taxa de Matrícula: Isento de Taxa de Matrícula
Preço: 2 x R$ 330,00
Professora: Simone Wicca

 

 

Duração: 4 semanas

Carga Horária:
• 1 aula por semana – 20h às 22:30h
• 4 aulas de 2h30m de duração – total 10 horas/aula

Inscreva-se via e-mail ou ligue 3062-8686 – 98101-9766

Bio da Professora:

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• Simone Wicca pesquisa e ensina fotografia e os processos históricos há 15 anos. De 2004 a 2010 formatou e orientou os cursos de fotografia no Sesc Pompeia além de organizar a programação fotográfica (‘FotoAtiva Pará: Cartografias Contemporâneas’, ‘Relatos de Trajetória’, ‘Entre_Vistas Brasileiras’) nas Oficinas de Criatividade. Recentemente criou o LABici, laboratório sobre uma bicicleta para revelação de fotografias pinhole ao ar livre (parceria com Guilherme Maranhão e Roger Sassaki).

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Comments
8 Responses to “luzAzul – Oficina de Cianótipo”
  1. Já preenchi o formulário de inscrição. Espero que forme a turma.

  2. Entraremos em contato com você, Antônio.
    Obrigado pelo interesse!

Trackbacks
Check out what others are saying...
  1. […] quer experimentar uma de suas técnicas? esteja atento a esse link. […]

  2. […] muitos artistas renascentistas utilizavam a câmara obscura para desenhar e pintar. eles transcreveriam para a tela ou papel as proporções e perspectivas que já ‘vinham resolvidas’ na projeção. para a fotografia acontecer bastava descobrir algum material que registrasse aquela luz projetada dentro da câmara. já existia uma enorme demanda para tal descoberta. em locais diversos muitos pesquisadores analisavam as propriedades fotossensíveis de sais de metal. sir john herschel (inglaterra) foi um desses pesquisadores e descobriu que alguns sais de ferro mudavam de tonalidade ao entrar em contato com a luz do sol. as imagens resultantes dessa reação tinham a coloração azul. são chamadas de cianotipias (ou blue prints). em julho estarei na escola Rever com a oficina luzAzul, e lá vamos experimentar essa técnica fotográfica do século XIX. vamos nessa? as inscrições podem ser feitas clicando aqui! […]

  3. […] William Fox Talbot (1800-1877), inventor do método negativo-positivo, e John Herschel (1792-1871), descobridor da técnica de fixação das imagens e do cianótipo, foram cientistas importantes. Muitas das fotografias de Talbot foram feitas sem máquina, ele os chamava de desenhos fotogênicos. Em cima de um papel sensibilizado com sal de prata, colocava objetos planos, como folhas de plantas, ervas e flores que sob a ação da luz solar deixavam as seus contornos impressos no papel. Os botânicos viram nessa possibilidade um meio excelente de registrar espécies de plantas. Talbot lançou a ideia de se publicar um álbum com fotogramas de vegetais, mas foi Anna Atkins (1799-1871), quem concretizou essa ideia. Provavelmente o primeiro livro ilustrado com fotografias foi feito com cianótipos. Em meados do século XIX, Anna Atkins, em seus estudos botânicos editou o livro “Photographs of British Algae: Cyanotype Impressions”, álbuns com inúmeros cianótipos de algas inglesas. Além de uma catalogação de importância científica, o resultado desses registros são lindíssimos. Quer experimentar essa técnica histórica e fotogramar alguns pequenos objetos translúcidos (rendas, plantas, folhas, etc) para compor seu próprio álbum poético-científico? Mais informações sobre a Oficina de Cianótipo ‘luzAzul’ aqui! […]

  4. […] e as inscrições já estão abertas para a próxima turma! clica aqui […]



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